VIGOTAS TRELIÇADAS PROTENDIDAS: ANÁLISE EXPERIMENTAL E ESTUDO DE ESCORAMENTO
Resumo
As lajes formadas por vigotas treliçadas protendidas têm sido uma alternativa para vencer vãos maiores, com a possibilidade de incluir armadura passiva adicional, comparadas às lajes com vigotas convencionais. No entanto, a literatura técnica carece de informações sobre o espaçamento entre escoramentos das lajes. Para este fim, o presente trabalho trata do desenvolvimento de ensaios experimentais de vigotas treliçadas protendidas como elementos isolados, a fim de obter informações importantes sobre o adequado escoramento para a concretagem da laje, respeitando os limites de flecha. São ensaiadas nove vigotas treliçadas protendidas com variação na altura da treliça, na quantidade de fios de protensão e do diâmetro da armadura do banzo superior da treliça eletrossoldada. Um estudo preliminar é apresentado indicando o vão máximo entre escoras levando em conta o carregamento devido ao peso-próprio da sapata da vigota, da treliça eletrossoldada, da nervura e capa de concreto da laje, bem como a sobrecarga durante a concretagem, baseado na limitação da flecha para escoramento definida pela norma brasileira para cálculo de fôrmas ABNT NBR 15696:2009.
LIMA, M. C. V.; CASTILHO, V. C.; GESUALDO, F. A. R. Vigotas treliçadas protendidas: análise experimental e estudo de escoramento. Cadernos de Engenharia de Estruturas, v. 15, n. 64, p. 57-66, 2013. ISSN: 1809-5860. Edição Especial “3º Encontro Nacional de Produção-Projeto-Pesquisa em Concreto Pré-Moldado.
Palavras-chave

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